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Arma de fogo, ofensas e tumulto: eleições no SINDSERJUN são suspensas por baderna das Chapas 2 e 3
O processo eleitoral do Sindicato dos Servidores Públicos de Jundiaí (SINDSERJUN), que vinha ocorrendo em clima de tranquilidade, e previsto para ocorrer nos dias 15, 16 e 17 de setembro, foi interrompido de forma abrupta após atos de violência e intimidação promovidos por membros das Chapas 2 e 3.
Até o encerramento da coleta de votos, tudo transcorria em paz, com respeito às regras estatutárias e às determinações judiciais. O pleito estava sendo acompanhado por oito Oficiais de Justiça, o que garantia plena transparência. Porém, no retorno das urnas à sede, integrantes das Chapas 2 e 3 promoveram um cenário de violência: tentativa de invasão da sede, agressões físicas a seguranças, empurrões contra advogados, tumulto permanente e até o uso de arma de fogo por parte de um integrante da Chapa 2.

Um advogado ligado à oposição, empurrou covardemente um advogado idoso da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Municipais (CSPM). Já a vereadora Mariana Janeiro tentou invadir a sede, e ao ser contida por uma segurança contratada – mulher negra e trabalhadora que apenas cumpria sua função – a parlamentar a humilhou com palavras preconceituosas e discriminatórias.

Diante do risco de tragédia, e com a presença da Guarda Municipal, Polícia Militar e Agentes do Judiciário, os coordenadores do pleito decidiram pela suspensão da eleição sindical, preservando a integridade de todos os envolvidos.

Para o SINDSERJUN, os atos de violência configuram uma tentativa de golpe, uma ação orquestrada para tomar o Sindicato à força, em total desrespeito à democracia sindical e à categoria. Além de colocar vidas em risco, a postura das Chapas 2 e 3 causou prejuízos irreparáveis à imagem, à organização e às finanças da entidade.
Envolvimento político desrespeitou a categoria
A presença da vereadora Mariana Janeiro, tentando invadir a sede e humilhando trabalhadora da segurança, expõe o caráter político e autoritário da movimentação que tentou se apoderar do Sindicato. Ao se aliar às práticas violentas, lideranças externas colocaram em risco a própria categoria, desrespeitando o direito democrático dos Servidores e manchando a imagem da entidade.

SINDSERJUN SEGUIRÁ FIRME NA DEFESA DA DEMOCRACIA SINDICAL
Mesmo com a suspensão da eleição, o SINDSERJUN reafirma que continuará sua luta pelos Servidores, sempre respeitando a legalidade e a democracia sindical. A entidade já estuda medidas jurídicas contra os responsáveis, para que atos de intimidação, violência e preconceito não fiquem impunes. O Sindicato não se curvará a quem tenta tomar a entidade pela força e reafirma que só a vontade democrática da categoria será respeitada.
Um fato que chama atenção e causa estranheza é que, ao longo do processo, três decisões judiciais distintas foram proferidas por juízes diferentes, todas relacionadas ao mesmo pleito sindical. Essa coincidência levanta questionamentos e desperta preocupação quanto à segurança jurídica do processo.

O SINDSERJUN ressalta que espera que não haja qualquer tipo de interferência externa ou judicial que desrespeite a autonomia da democracia sindical, prevista na Constituição Federal. A entidade reafirma que seguirá cumprindo todas as determinações legais, mas alerta que decisões contraditórias podem fragilizar a categoria e abrir brechas para interesses políticos alheios à vontade dos Servidores.
Antes das Chapas 2 e 3 causarem tumulto, o pleito transcorria dentro da normalidade.







